PARTO NORMAL OU CESÁREA?

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Parto normal ou cesárea, eis a questão! Se você está grávida e ainda não se decidiu, aí vai uma enxurrada de informações para auxiliar na sua escolha.

Compartilhando minha experiência, sempre tive o sonho de ter um parto normal. Durante a minha primeira gestação, fiz direitinho a lição de casa: conversei com pessoas que já haviam passado pela experiência, assisti a dezenas de partos na TV, li tudo sobre o assunto, enfim, me preparei para dar a luz da forma mais natural possível. Como minha mãe teve dois partos normais e tranquilos, achei que o meu também seria. Mas não foi o que aconteceu.

Infelizmente não encontrei um bom obstetra. Passei por três, e a última encontrei só no finalzinho da gestação, quando já estava de 8 meses. Na época, o meu convênio não cobria o valor do obstetra, mas achei que não haveria grandes problemas em fazer o parto com um plantonista, por isso não investi (grande erro!). Como toda mãe de primeira viagem, estava mais do que ansiosa! Quando as contrações começaram, fiquei super contente! Lembro que cronometramos e anotamos todos os intervalos entre uma contração e outra, até que chegou em 8 minutos. Só então fomos para o hospital. Avisamos toda a família e logo a galera apareceu. Eu estava em êxtase! Mas mal sabia o que estava por vir.

As contrações aumentaram e a dor estava completamente suportável. Lembro que disse para uma outra gestante que estava comigo na sala de espera: “Se a dor de parto que tanto falam for esta que estou sentindo, nem vou precisar de anestesia…” Quanta inocência! Depois de todos os preparativos, me aplicaram a ocitocina (medicamento que faz as contrações aumentarem – em ritmo e intensidade – e ficarem mais doloridas). Neste momento eu estava com três dedos de dilatação. Os intervalos ficaram menores e a dor ainda era suportável. De repente a bolsa estourou. Fiquei super feliz, pois estava receosa de o médico ter que fazer isso. Pois bem, logo em seguida veio mais uma contração e junto com ela uma dor completamente inexplicável! Sou uma pessoa tímida, que morre de vergonha de escândalos, mas lembro que nessa hora gritei com todas as minhas forças e não senti vergonha nenhuma! Os intervalos entre uma contração e outra foram diminuindo, até que chegaram em 40 segundos. Gritei enlouquecidamente durante 50 minutos seguido (que mais me pareceram 50 horas!), pois haviam apenas dois obstetras de plantão e mais de 10 gestantes na fila!

A cada contração sentia que minha alma saia do corpo e voltava, até que no final desses 50 minutos minha vista começou a escurecer e eu passei a enxergar estrelinhas. Nesse momento gritei por socorro com todas as minhas forças e as enfermeiras decidiram me passar na frente de duas gestantes. Como eu ainda estava com apenas três dedos de dilatação, a obstetra me sugeriu a cesárea (lógico, porque ela não tinha tempo de esperar os dez dedos e as enfermeiras já estavam enlouquecidas com os meus gritos), e eu imediatamente aceitei. Lembro que disse: “Faz qualquer coisa, mas tira essa neném de mim, pelo amor de Deus!”

Me aplicaram um medicamento, fiquei bem “grogue” e logo em seguida a Raquel nasceu. Não consegui aproveitar muito este momento, pois além do trauma da dor, estava medicada. Hoje, faria tudo diferente. Com certeza daria um jeito de investir numa boa obstetra e solicitaria a peridural (anestesia) quando as dores estivessem insuportáveis. Não sei se daria certo, mas era uma possibilidade. Possibilidade esta que não me foi apresentada na época. Outra coisa que faria, era esperar mais um tempo em casa. Acho que fui muito cedo para o hospital e como não tinha nenhuma médica me acompanhando, as enfermeiras logo me “enfiaram” a ocitocina. Acho que se tudo tivesse acontecido de forma natural, eu poderia ter realizado o sonho do parto normal.

Já com meu segundo filho não tive opção. Encontrei uma médica maravilhosa e o hospital era ótimo também, mas era uma gestação de risco.
Fiquei de repouso absoluto nos últimos quatro meses (enlouquecedor!), além de duas internações de emergência. Fora que surgiram algumas varizes na área aonde se realiza a episiotomia (pequeno corte feito na região do períneo para facilitar a saída do bebê no parto vaginal). Então… sem chances! O parto foi agendado e tudo correu bem. Dessa vez curti muito mais, pois não sofri as dores das contrações e nem estava medicada. Bom, se eu tivesse que dar um conselho a uma gestante hoje, diria: “Procure uma ótima obstetra, que demonstre verdadeiro carinho e cuidado por você e pelo seu bebê, e que te acompanhe até o último minuto! Se não houver nenhuma contra-indicação, opte pelo parto normal, em benefício da sua saúde e do seu bebê. Faça o curso de gestante que os hospitais oferecem e busque todo tipo de informação!” Aliás, esse texto está aqui para isso. Se não conseguir ler de uma vez só, leia em partes. Tenho certeza que vai ajudar na sua decisão.

Estatísticas
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que apenas 15% do partos sejam cesarianas. Em hospitais públicos, 30 a 40% dos partos são cesáreas, em maternidades particulares, esse número sobe para 80% dos casos! A maioria das mães com poder aquisitivo mais alto querem programar a data de nascimento do bebê e driblar a dores do parto normal. Em 2008, 84,5% dos partos cobertos por planos de saúde foram cesarianos no Brasil. No SUS, as taxas chegaram a 31%. Na maioria dos casos, o parto cirúrgico foi realizado sem necessidade, por comodidade da mãe (que teme um parto doloroso) e do médico (que sai lucrando com o $$ e com a economia de tempo).


Conveniência Médica
É comum escutarmos declarações de mães testemunhando a favor da cesariana, dizendo que seu filho nasceria numa data que lhe seria conveniente, não haveria correrias e a criança nasceria sem o “trauma” do parto normal. A essa visão distorcida dos fatos, veio aliar-se a conveniência dos médicos: um trabalho de parto normal pode tomar de 4 a 8 horas (e às vezes mais) do tempo deles, enquanto numa cesariana, em condições normais, tudo se resolve em pouco mais de uma hora. Assim, como diz a expressão popular, uniu-se o útil ao agradável, e foram criadas as condições para que a cesariana predominasse.


O pré-natal
Embora durante o pré-natal não se tenha, na grande maioria dos casos, a indicação de que o parto será ou não normal, em algumas situações é possível saber de antemão o que será mais conveniente. Dessas situações, as mais comuns são quando a mãe sofre de pressão alta ou é diabética, condições em que a cesariana será obrigatória. Fora destas, o correto é esperar o início do trabalho de parto e aguardar sua evolução. Se tudo correr bem, não há motivo para realizar a cesariana. Transformar gratuitamente (isto é, sem indicações precisas) um ato fisiológico, o parto normal, em ato operatório, parto cirúrgico, traz muitas desvantagens para a mulher. Entre elas, destacamos a chamada infecção pós-parto, 30 a 40 vezes maior numa cesariana que no parto normal.

Anestesias
Em relação peridural, é uma técnica mais recente e a mais utilizada pelos obstetras, pois anestesia apenas a metade inferior do corpo da mulher. Assim, a mãe pode ter a experiência de um parto sem dor, mantendo-se consciente, participativa e, principalmente, presenciar o nascimento do filho. Muitas mulheres, entretanto, reclamam da sensação de estranheza por sentir apenas a parte superior do corpo, impedindo-as de movimentar as pernas e de caminhar. Pode surgir, também, o temor de ficar paralítica, uma vez que a agulha é introduzida na espinha. A desvantagem da peridural e da raquidiana é dificultar a realização da força de expulsão, o que pode ser necessário o uso do fórceps. Isto não ocorre com a anestesia local, realizada na área perineal, mas traz a desvantagem de não aliviar a percepção das contrações finais do trabalho do parto e da expulsão. 

Em alguns casos, faz-se necessária a anestesia geral e que leva a mamãe à perda da consciência e, conseqüentemente, ao contato com o bebê logo após a saída do útero e que não lhe permite escutar suas primeiras manifestações de vida. O maior problema causado por esta anestesia é que o remédio atravessa a barreira placentária produzindo graus variados de depressão fetal. Também se verificou que é mais freqüente a sensação de indiferença materna diante do filho, após a retomada da consciência.

Partos Naturais
Nos últimos tempos ocorreu-se um resgate dos partos mais naturais, mas há alerta para que as mulheres não deixem de se preocupar com a estrutura que as cerca. Muitas mães optam por partos naturais, de cócoras, dentro d’água ou até mesmo em casas de parto. Essas alternativas são benéficas, desde que haja permissão médica e atendimento adequado para qualquer emergência.

Procure outras opiniões
Para todas as mães, o conselho é: A gestante deve, durante o pré-natal, conversar sobre a dinâmica do parto com o médico, procurando tirar todas as suas dúvidas. Se o médico indicar a cesárea e ela não ficar muito convencida disso, ela deve procurar outra opinião. Toda mulher deve procurar ter um parto normal ou pelo menos entrar em trabalho de parto e tentar. Se não for possível, a operação cesariana não é um insucesso, é a resolução do problema. O que não é aconselhável é fazer uma cesariana sem que haja necessidade. O fundamental é que a mamãe e o bebê desfrutem de toda as informações e infraestrutura necessárias para que possam, uma continuar e o outro nascer saudável. Somente assim “parto” deixará de ser sinônimo de coisa difícil e passará a ser visto como deve ser: um fato normal da vida!

Parto Normal
Caso a mulher possa escolher o tipo de parto, opte pelo o normal, pois é o mais apropriado para a mulher e a criança, já que, como o próprio nome diz, é natural. A mulher é preparada fisicamente e psicologicamente para aquele momento. No caso do bebê, o ato de ser expelido de forma natural proporciona uma massagem nos órgãos internos, que serve para limpeza dos mesmos. A escolha entre cesárea e parto normal pode ser complicada, mas os profissionais garantem que o mais importante nesse momento é haver interação e confiança entre a gestante e o médico. O médico precisa conhecer completamente o estado da gestante, e esta precisa confiar na indicação do profissional ou ser orientada para realizar a melhor escolha, para ela e o bebê.

Há mulheres que se sentem seguras para optar pelo parto vaginal espontâneo, com o mínimo de anestesia, e cooperam ativamente no processo do nascimento de seu bebê. Geralmente, são gestantes que participaram de treinamento da respiração e relaxamento para controlar as contrações uterinas, em cursos especiais. Se o parto transcorre sem complicações, a mulher vivencia uma das experiências mais profundas e plenas de sua vida e o vínculo com o bebê se consolida mais facilmente, além de que o nascimento é sentido como uma transição natural da criança, dentro do útero para os braços maternos. Mas, se ao contrário, for muito doloroso e traumático, a mãe pode se ressentir pelo fato do filho tê-la feito sofrer tanto, o que pode gerar rejeição em relação a ele. 

Quando a dor se aproxima, as mamães apresentam maior ou menor capacidade para controlá-la, pois a história de cada uma entra em jogo. Assim, enquanto que uma se surpreende e esgota todos os seus recursos, a outra enfrentará sem maiores dificuldades. Mas, para grande parte das mulheres, a dor ainda simboliza o parto. Desta forma, quando por algum motivo médico têm que fazer cesariana, sentem-se frustradas, menos mães, por não terem passado por essa experiência, que é a de sentir as dores do parto normal. O importante é que ela saiba que pode recorrer à anestesia peridural durante o trabalho do parto, se a dor lhe parecer insuportável.

Durante as contrações uterinas, o bebê encontra-se adormecido, portanto não sente dor. Ele só desperta no momento das contrações finais. Estas contrações realizam uma espécie de massagem na criança e que levam ao amadurecimento final do aparelho respiratório, bem como um melhor desempenho de funções como percepção, capacidade de reagir a estímulos e maior vivacidade. Para facilitar a saída do bebê, o obstetra efetua a episiotomia, que é um corte de aproximadamente 4 cm feito no períneo, com anestesia local ou peridural. Com o parto vaginal, a criança é colocada sobre o ventre materno, estabelecendo uma continuação da ligação com a mamãe, pois o bebê, escutando o batimento cardíaco e a voz materna, como também, sentindo seu cheiro e calor, reconhece o “ambiente” de sua vida intra-uterina. Isto o reassegura e acalma.

Sobre à duração do trabalho de parto, enquanto algumas mulheres dão à luz em pouquíssimas horas, outras levam muito mais tempo, sentindo contrações muito dolorosas. Esta lentidão em dar à luz, poderia ser compreendida como a presença de desejos inconscientes, assim, a futura mamãe poderia estar sentindo uma profunda angústia ante a decisão de manter o filho dentro de seu útero ou de colocá-lo no mundo, renunciando a tê-lo só para si. No feto também há algo que poderia ser relacionado como o desejo de permanecer na segurança e proteção do útero materno ou ter que enfrentar o mundo desconhecido. Trata-se de uma decisão de vida ou de morte. 

Intervenção Médica
Muitas vezes há necessidade da intervenção médica, para que o nascimento ocorra, principalmente se é constatada a existência de sofrimento fetal. Alguns obstetras optam por induzir o parto por razões várias (aplicando um medicamento na veia que acelera as contrações). Enquanto que para muitas mulheres é percebido como uma grande violência, para outras, esperar mais tempo é uma violência maior. De qualquer maneira, o parto induzido é experienciado de forma menos gratificante que o parto espontâneo, pois pelo fato de ser um processo artificial, demanda mais tempo e sofrimento da mãe, sem contar que é uma violência para o bebê, pois será retirado do útero antes do tempo. Mas algumas vezes este procedimento é necessário, principalmente se já passou do prazo previsto para o nascimento e o bebê corre o risco de entrar em sofrimento.

Parto Cesáreo
Entre as vantagens da cirurgia cesariana, está o controle maior de todo o processo de parto, o que permite intervenções médicas mais rápidas. O incômodo está no pós-parto, já que o período de recuperação e cicatrização pode durar de uma semana a dez dias. A anestesia usada ultimamente retarda as dores pós-operatórias por até dois dias. Na obstetrícia moderna, a cesariana é indicada e necessária, principalmente se há possibilidade de complicações para mãe e ou para a criança. De qualquer forma, para o feto, a cesariana sempre representa uma forma de violência contra si mesmo. Se realizada sob anestesia geral, há uma quebra entre a mãe e a criança, o que dificulta o fortalecimento do vínculo entre elas. Quando é possível aplicar a anestesia peridural, que suprime a dor mas conserva a consciência, a mãe pode acolher o bebê no seu primeiro contato com o mundo externo, o que facilita a consolidação da relação vincular.


Há mulheres que insistem na cesárea programada, por temerem que o parto normal deixe a vagina larga ou frouxa prejudicando sua sexualidade. Na verdade, a vagina é suficientemente elástica para dar passagem ao bebê, sem alterar suas dimensões de modo permanente, como também com a episiotomia não ocorre a rotura do períneo. O impacto de um parto normal, sem controle, é outro temor que motiva às mães à extrema passividade que é propiciada pela cesariana, em que o bebê é retirado dela sem sua participação. Para o bebê, a cesárea programada, num momento em que não houve o início do trabalho do parto, é percebida como tendo sido arrancado violentamente de seu meio sem que ele e sua mãe tivessem manifestado um sinal biológico ou desejo.

Há de se repensar a cesariana, a pedido ou necessidade, no sentido de humanizar o nascimento do bebê por esta via, para que lhe seja menos traumático e violento, bem como não prejudicar o vínculo que une os pais e ele. Assim, a mãe deve permanecer em comunicação interna com seu filho, dando-lhe compreensão do que irá ocorrer. A grande dificuldade é que, neste momento, a mãe também está com muito medo da anestesia, da cirurgia, e o que consegue transmitir para o bebê é um intenso desgaste emocional, o que o fragiliza ainda mais. Em geral, os bebês de cesárea nascem hipotérmicos e tensos. Para amenizar o sofrimento e o sentimento profundo de ameaça contra sua vida, o bebê deveria ser colocado imediatamente em contato com a mãe, ao sair do útero, para que pudesse manter os referenciais maternos tão conhecidos e amados. Quando isso não for possível, seria ideal o pai acompanhar a equipe nos cuidados de seu filho, falando com ele, uma vez que reconhece sua voz e se reassegura.


Quando fazer a cesariana?
Graças ao ultrassom e a um acompanhamento médico adequado, a mulher que entra em trabalho de parto precisará apenas de uma equipe de saúde bem preparada para assisti-la. Tudo isto possibilitará a correta indicação de se fazer ou não o parto cirúrgico, ou seja, a cesariana não deve ser decidida antes do trabalho de parto, a não ser que se verifiquem algumas indicações:

– A posição da criança não é adequada (ao invés de ela estar de cabeça para baixo, está sentada);
– Não houve boa dilatação do colo do útero;
– A criança é muito grande;
– A bacia da mãe é muito pequena, não dá passagem para a criança;
– Durante o trabalho de parto, surge o sofrimento fetal (demora que pode causar falta de oxigenação), quando esperar o desenrolar do trabalho de parto pode ser prejudicial à saúde do bebê;
– Descolamento prematuro da placenta (que ocasiona hemorragias e falta de oxigenação);
– Encurtamento do cordão umbilical;
– Mãe de primeiro filho idosa;
– Eclâmpsia ou pré-eclâmpsia (mãe com pressão alta – risco de morte para o bebê e a mãe);
– Insuficiência placentária;
– Sensibilização do feto pelo fator Rh.


Parto Normal x Cesariana
– Recuperação rápida x Recuperação lenta;
– Não há dor pós-parto x Há dor pós-parto;
– Favorece a lactação x Atrasa um pouco a lactação;
– A alta é mais rápida x Alta demora mais;
– A cada parto normal, o próximo trabalho de parto é mais fácil x A cada cesariana, o trabalho de parto é mais complicado;
– Se a mulher vir a sofrer de mioma, na eventual necessidade de uma operação, esta será mais fácil x A operação do mioma, neste caso, se complica devido às aderências e às cirurgias anteriores;
– O relaxamento da musculatura pélvica não altera em nada o desempenho sexual x Qualquer operação cirúrgica pode trazer complicações à saúde, o que pode prejudicar a disposição sexual.

Enfim, seja qual for o tipo de parto escolhido, que este momento seja especial e vivido de forma intensa. E que o Senhor derrame sabedoria do alto sobre a sua vida para pastorear o coraçãozinho dessa criança. Busque direção em Deus para ensinar o seu maior tesouro a seguir o único caminho que pode levá-lo a Vida Eterna: Jesus!

Que Deus te fortaleça, oriente e abençoe.

Com amor,

Dani.


Fontes de pesquisa: http://www.alobebe.com.br/revista/http://guiadobebe.uol.com.br/http://www1.folha.uol.com.br e Ana Maria Morateli da Silva Rico – Psicóloga Clínica. 

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About Author

Daniela Marques é escritora, esposa e mãe de dois. Formada em Design de Interiores e graduanda em Psicologia. Edita e desenvolve conteúdo para os blogs 'Salve Meu Casamento' e 'Educando na Contramão'. Autora dos livros O coração vermelho, Tem princesa que..., Iguais e diferentes e Quando nasce um coração. Ama o que faz! Conheça também suas obras infantis em: Facebook/DaniMarquesEscritora e @danimarques_escritora